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   Feb 15

MORRE MULHER QUE TOMAVA 10 LITROS DE COCA-COLA POR DIA

Natasha Harris teve um ataque cardíaco depois de tomar 50 mil litros de Coca-Cola (Foto: Reprodução)

Natasha Harris, mãe de oito filhos, morreu por causa do consumo excessivo de Coca-Cola. Ela sofreu um ataque cardíaco depois de ingerir mais de 50 mil litros de refrigerante durante oito anos, segundo o relatório do legista.

A dependência também a fez perder vários dentes, e uma das crianças nasceu com falta de esmalte nos dentes por causa do excesso de refrigerante da mãe durante a gravidez.

A dependência também a fez perder vários dentes, e uma das crianças nasceu com falta de esmalte nos dentes por causa do excesso de refrigerante da mãe durante a gravidez.

“Eu nunca imaginei que fosse a Coca-Cola”, disse a sócia Christopher Hodgkinson. “Eu nunca achei que fosse causar mal a uma pessoa. É só um refrigerante, assim como beber água. Eu não achava que uma bebida poderia te matar”.

A sócia também contou ao jornal The Sun que Natasha tinha dores de cabeça e se sentia indisposta caso não tomasse refrigerante. Como não havia nenhum aviso no rótulo sobre uma possível dependência, ninguém na família levou o hábito a sério.

O legista, David Crerar, afirmou que a mulher dificilmente teria morrido se não tomasse tanta Coca-Cola. “Eu acredito que, com todas as evidências consideradas, se não fosse o consumo de uma quantidade tão grande de Coca, é improvável que ela tivesse morrido quando morreu ou da maneira que morreu”, disse.

A Coca-Cola se defendeu. “O legista reconheceu que ele não está certo sobre o que matou Harris de ataque cardíaco. Estamos desapontados que um legista tenha escolhido relacionar o consumo excessivo de Coca-Cola, junto com outros fatores da saúde e do estilo de vida dela, à provável causa de sua morte”.


   Jan 22

Sem exageros, bebidas alcoólicas oferecem nutrientes e ajudam a prevenir doenças

Pergunta valendo um milhão: bebida alcoólica faz bem à saúde? Ficou na dúvida? A resposta certa é: depende. Ao contrário do que se supõe, bebidas que contêm álcool na composição, sobretudo cerveja e vinho, são ricas em nutrientes que podem ajudar a prevenir doenças. Mas, como numa poção mágica, o segredo está na quantidade. Se um copinho contribui com o organismo, tomar um porre é praticamente se envenenar.

Tanto a cerveja quanto o vinho são fontes de polifenois, compostos antioxidantes que combatem radicais livres. A cerveja também contém vitamina B9, conhecida como ácido fólico.

— Os níveis de folatos encontrados em 100ml de cerveja recém-fabricada foram equivalentes a cerca de 10% do recomendado para adultos, podendo ser um alimento auxiliar à ingestão diária ideal do nutriente, se consumida com moderação — explica a engenheira de alimentos Ana Cecília Poloni Rybka, da Embrapa, que analisou diversos tipos da bebida durante doutorado na Unicamp. — A cerveja sem álcool apresentou teor de folatos similar, podendo ser ingerida por gestantes para prevenir defeitos de formação no feto, como anencefalia, defeitos no tubo neural, espinha bífida e lábio leporino.

Entre os vinhos, o tinto é o mais benéfico à saúde devido à presença de antocianina, pigmento antioxidante que dá cor às uvas vermelhas.

— Mundialmente, o recomendado é a ingestão de uma taça de vinho em cada refeição — ressalta a enóloga Aline Telles Camarão Biasoto, também da Embrapa.

Um golinho para as células do fígado

Provando que tudo tem um lado bom e um ruim, até mesmo para o fígado, quem diria, uma modesta dose de álcool é benéfica. Estudos realizados pela hepatologista Helma Cotrim, da Universidade Federal da Bahia, evidenciaram que um pouquinho de bebida alcoólica diminui a resistência à insulina e, consequentemente, ajuda a evitar uma alteração nos hepatócitos chamada de esteatose (acúmulo de gordura).

— A gordura acumulada provoca uma inflamação nas células e, depois, a morte delas. Se não tratada, a esteatose pode até evoluir para uma cirrose não alcoólica — diz Helma Cotrim.

Para obter esse efeito, o ideal seria beber um copo de cerveja por semana ou um cálice pequeno de vinho por dia, sugere a médica.

Controle da pressão

Na Universidade Federal do Vale de São Francisco, um trabalho recente com ratos hipertensos e vinho sem álcool comprovou o poder dos polifenois para regular a pressão sanguínea. Segundo a farmacêutica e pesquisadora Melissa Negro Dellacqua, os resultados indicam que o benefício deve ser o mesmo em humanos. A boa notícia é que a versão alcoólica da bebida também está cheia desses compostos, como resveratrol, taninos, quercetina, catequina e epicatequina, presentes na casca da uva.


   Jul 20

Ficar tempo demais ON LINE pode causar distúrbios mentais

Um novo estudo, realizado na Universidade de Gotemburgo, na Suécia, afirma que ficar online por muito tempo pode causar problemas mentais.

A pesquisa acompanhou durante um ano 4,1 mil jovens com idades entre 20 e 24 anos que usam o computador o e o celular constantemente. A maioria deles apresentou estresse, depressão e distúrbios do sono.

Sara Thomée, coordenadora da pesquisa, disse que há uma ligação inequívoca entre o uso exagerado de telefones celulares e computadores com esses distúrbios mentais.

“A utilização constante do computador tarde da noite está associada não apenas om distúrbios do sono, mas também com estresse e sintomas depressivos em homens e mulheres”, diz a pesquisadora.

É fácil passar tempo demais usando a internet e deixando outras questões importantes para trás. Isso pode causar ansiedade e o abandono de atividades de interação social que resultam em uma sobrecarga emocional.

O estudo monitorou ainda por 32 pessoas consideradas usuárias megaconectadas de tecnologias de comunicação e informação.

Os resultados sugerem que pessoas que checam seus celulares com frequência são mais estressadas e apresentam mais sintomas de depressão.

Por isso, os pesquisadores aconselham que as pessoas dosem o uso das
tecnologias para evitar problemas de sono, assim como problemas mentais.

“Mesmo quem usa o computador apenas para jogar. É necessário fazer pausas, ter um tempo para se recuperar após o uso intensivo. É fundamental colocar limites”, afirma Thomée.