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Banda larga popular de 1 Mbps custará R$ 35 mensais

 

Finalmente o governo e as operadoras assinaram o acordo que leva a ideia de implementar a banda larga popular em todo o Brasil adiante. Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel se comprometeram a oferecer conexão de 1 Mbps por R$ 35 mensais, sem obrigar o consumidor a contratar telefonia fixa ou qualquer outro serviço.

Na prática, a banda larga popular ainda deixa a desejar em alguns aspectos. Um deles é o limite de tráfego mensal ao qual o consumidor terá direito. Uma vez que o serviço esteja funcionando, o assinante de banda larga popular por conexão fixa (ou cabeada) terá direito 300 MB em downloads durante o mês. O assinante do acesso por 3G tem direito a ainda menos: 150 MB no mês. A franquia é muito baixa, e o pior: faltam informações sobre o que vai acontecer quando o limite for atingido.

Pelo acordo assinado, as empresas de telefonia que aderem ao PNBL deverão garantir 30% da velocidade contratada nos horários de pico e 50% nos horários considerados usuais. Daqui a um ano, esse “padrão de qualidade” vai aumentar: serão exigidos 50% e 70% respectivamente.

As quatro operadoras que participam do PNBL devem iniciar a oferta da banda larga popular em 90 dias. A promessa da Telefônica é de liberar o serviço em mais de 200 cidades de São Paulo até o fim do ano.

O preço fixado é de R$ 35, mas vai cair para R$ 29,80 nos estados em que houve redução do ICMS para o serviço. Ou seja, cada dia de conexão custaria o equivalente a menos de 1 real.

Já ouviu falar em ultrabooks? saiba tudo sobre esse portátil que irá revolucionar o mercado

Ao longo dos anos, computadores portáteis vem sofrendo diversas alterações estéticas, principalmente no quesito tamanho. Os primeiros notebooks eram grandes e pesados, sem praticidade para locomoção – o que deveria ser sua função inata. Com o tempo, os modelos foram afinando, ficando menores e mais leves, até a chegada dos netbooks, pequenos notebooks entre oito e dez polegadas, em média.

Os smartphones estão, cada vez mais, potentes, e agora, a última novidade são os tablets – um pouco maiores que os smartphones e com a capacidade de processamento similar a de um netbook. Tendo em vista esse panorama, para onde mais evoluir?

A Intel, durante o evento Computex 2011, sugeriu um caminho: os ultrabooks. Mais do que um nome, há todo um conceito por trás dessa nova nomenclatura para designar um gadget. Assim, é necessário esmiuçar as novidades propostas pela Intel para essa nova série de aparelhos portáteis, começando pelo processador.

 

Os primeiros ultrabooks do mercado chegarão com os tais processadores Sandy Bridge da Intel. O nome, dado a segunda geração de processadores Core da empresa, já é famosa nos notebooks.

Os Sandy Bridge foram lançados no começo do ano de 2011 e possuem uma estrutura de 32nm, além da nova tecnologia Turbo Boost 2.0, que dá um melhor desempenho para o processador e apresenta menor consumo que sua antiga geração.

Já pensando na segunda onda de seus ultrabooks, a Intel anunciou que os aparelhos lançados em 2012 terão processadores com codinome “Ivy Bridge”, que promete uma taxa de consumo tão baixa de energia a ponto de se tornar revolucionária, nos seus pequenos 22 nm. A última promessa da Intel, no quesito processador, virá em 2013, com a nova linha com codinome “Haswell”. Veja um vídeo comparativo entre os processadores Intel Core i& e a segunda geração, os “Sandy Bridge”

Outro diferencial que poderá ser feito com o uso dos novos processadores é o tamanho e a espessura dos ultrabooks. Em média, os ultrabooks terão 11 polegadas, em um corpo com menos de 2cm de espessura, distribuídos em 1kg. O baixo consumo de seus aparelhos fará com que a bateria tenha uma autonomia real de até 10 horas. Como conexão, portas USB 3.0 e a novíssima Thunderbolt (que alcança velocidades 20x mais rápidas que o USB) se encontrarão presentes nos aparelhos.

Em resumo, esses novos aparelhos são uma fusão entre a praticidade de um netbook com um melhor tempo de resposta, usual nos tablets. Por serem superfinos e leves, podem ser facilmente transportados em mochilas e bolsas, o que é ideal para se levar na rua.

A princípio, o maior prejudicial pode ser a pouca capacidade de armazenamento, já que os ultrabooks usarão memórias flash, que costumam transitar entre 8 e 64gb para poder economizar no consumo de energia. Ganha-se, no entanto, no tamanho e na capacidade de uso, mas perde-se no armazenamento. Eles deverão custar, em média, US$ 1 mil.

O primeiro ultrabook anunciado foi o Asus UX21. Sua configuração consiste em um case de 1,7cm de espessura (mais fino que o Macbook Air), uma tela de 11,6 polegadas (1366 x 768 pixels), trackpad de vidro, pesa pouca mais de um quilo, duas portas USB (2.0 e 3.0), uma saída mini-HDMI, e equipado com processadores Intel Core i7. Terá memória de 4GB de RAM e foi exibido pela primeira vez durante a Computex. Seu lançamento está previsto para o final do ano.

Nos resta, então, aguardar e saber qual será o futuro dos ultrabooks no mercado.

 

 

 

 

Protótipo de smartphone retrô tem até discagem mecânica

Todos nós temos os nossos olhos voltados para o futuro, mas não deixamos de relembrar o passado. E isso é algo positivo, pois esse sentimento saudosista acaba se transformando em produtos com propostas bem diferenciadas. Além de dar um ar retrô, que sempre cai bem.

Os mais velhos certamente já viveram a experiência de usar um telefone de disco. Os aparelhos faziam a discagem por um sinal analógico, onde o usuário tinha que discar o número do telefone em um sistema que identificava o número discado pela distância que o disco percorria para chegar até o tal número. É um modo charmoso de discar para alguém, mas nada eficiente para aqueles que precisam discar com rapidez.

De fato, sentimos um pouco de saudades desse tempo, onde tudo o que o telefone fazia era fazer e receber ligações. O designer Richard Clarkson aposta neste sentimento saudosista, e resolveu criar um smartphone com esse sistema de discagem por rotação mecânica, para fazer a alegria dos nostálgicos tecnológicos.

Apesar de ser um telefone inspirado no passado, o telefone tem um toque de tecnologia do presente, pois conta com uma pequena tela para exibir informações como contatos e compromissos. Mas aqui, o objetivo não é necessariamente ter tecnologia, e sim despertar um sentimento mais íntimo com o dispositivo. Com o disco de rotação, o telefone possui um elemento mais tangível, ou “algo mais vivo”, como diz o próprio Richard. Afinal, você vai ter que efetivamente “discar” no aparelho para fazer as chamadas.

Além disso, Richard conta com um argumento bem interessante para apresentar o seu protótipo: “nos dias de hoje, produtos como os smartphones chegam para ajudar a nos definir como usuários, mas não nos lembramos mais quais produtos definiram os produtos que usamos hoje”. Ou seja, olhar para o passado, para compreender o presente.