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Protótipo de smartphone retrô tem até discagem mecânica

Todos nós temos os nossos olhos voltados para o futuro, mas não deixamos de relembrar o passado. E isso é algo positivo, pois esse sentimento saudosista acaba se transformando em produtos com propostas bem diferenciadas. Além de dar um ar retrô, que sempre cai bem.

Os mais velhos certamente já viveram a experiência de usar um telefone de disco. Os aparelhos faziam a discagem por um sinal analógico, onde o usuário tinha que discar o número do telefone em um sistema que identificava o número discado pela distância que o disco percorria para chegar até o tal número. É um modo charmoso de discar para alguém, mas nada eficiente para aqueles que precisam discar com rapidez.

De fato, sentimos um pouco de saudades desse tempo, onde tudo o que o telefone fazia era fazer e receber ligações. O designer Richard Clarkson aposta neste sentimento saudosista, e resolveu criar um smartphone com esse sistema de discagem por rotação mecânica, para fazer a alegria dos nostálgicos tecnológicos.

Apesar de ser um telefone inspirado no passado, o telefone tem um toque de tecnologia do presente, pois conta com uma pequena tela para exibir informações como contatos e compromissos. Mas aqui, o objetivo não é necessariamente ter tecnologia, e sim despertar um sentimento mais íntimo com o dispositivo. Com o disco de rotação, o telefone possui um elemento mais tangível, ou “algo mais vivo”, como diz o próprio Richard. Afinal, você vai ter que efetivamente “discar” no aparelho para fazer as chamadas.

Além disso, Richard conta com um argumento bem interessante para apresentar o seu protótipo: “nos dias de hoje, produtos como os smartphones chegam para ajudar a nos definir como usuários, mas não nos lembramos mais quais produtos definiram os produtos que usamos hoje”. Ou seja, olhar para o passado, para compreender o presente.

Dicas de Treino – Raio X detalhado do treinamento do Arnold Schwarzenegger

O treinamento de Arnold Schwarzenegger sempre foi de ALTO VOLUME, era um treinamento Radical e Extremamente Intenso, onde até os melhores culturistas daquela época não agüentavam a carga de treinamento. Abaixo o RAIO X do treinamento de Arnold traduzido da ótima revista MUSCLE & FITNESS.

Arnold Schwarzenegger treino

PEITORAIS

Supino Plano (aquecimento) 1×30-45 reps
Supino Plano 5×20-6*
Supino Inclinado 5×10-15
Crucifixo Plano 5×10-15
Dips Mergulho na paralela c/ carga adicional 5×15

*Pirâmide: Elevando os pesos e diminuindo as repetições a cada série.

Crucifixo Plano: Arnold fazia crucifixos como todo mundo faz, com apenas uma diferença: Ao invés de elevar os halteres até que estes se toquem no final de cada repetição, ele elevava apenas até um ponto onde os halteres estivessem em aproximadamente 25cm distantes um do outro. Ele sentia que isto propiciava uma tensão constante nos peitorais, especialmente na porção externa destas musculaturas.

Dicas do Arnold

#Apesar de treinar em número de repetições relativamente altos, Arnold treinava o mais pesado possível, para obter o máximo de crescimento muscular. Ele utilizava o treinamento em pirâmide, aumentando os pesos e diminuindo as repetições em cada série de um determinado exercício.

#Apesar de não estar presente em sua rotina para peitorais, ele também fazia, com regularidade, “pullovers” com os cotovelos estendidos, utilizando um halter ou barra reta para tal. Arnold sentia que os “pullovers” expandiam o seu tórax, aumentando a caixa torácica, fato este jamais comprovado.

#Além das super séries, ele freqüentemente executava séries forçadas, tensão constante (executando e segurando poses de culturismo entre as séries e após os treinos) e utilizava também a tensão de pico, na qual o músculo é contraído ao final de cada repetição por 1 a 2 segundos. Ele lançava mão de qualquer recurso disponível para intensificar os treinamentos.

COSTAS

Puxada na Barra Fixa c/ pegada aberta 5×15-08*
Remada Curvada c/ a barra  ou  Remada Cavalinho 5×10-15
Puxadas na Polia 5×12
Levantamento terra 3×6-10

*Pirâmide: Elevando os pesos e diminuindo as repetições a cada série.

#Puxada na Barra Fixa com pegada aberta: Quando Arnold diz “pegada aberta”, realmente levava isto ao extremo. Diversas fotos mostram a abertura de sua pegada sendo bem superior à largura dos ombros. Isto faz o exercício bem mais difícil. Ele iniciava cada repetição da posição pendurada com o corpo imóvel e os braços estendidos, puxando seu corpo o mais alto possível e, geralmente, tocando a parte de trás das costas na barra fixa. As oito primeiras repetições eram feitas com perfeição. Depois, ele utilizava um leve balanço do corpo para ajudar no movimento de ascensão.

Dicas do Arnold

#Arnold acreditava que a melhor forma de treinar as costas é contemplando as suas diferentes regiões: externa, superior, interna e inferior, e sempre finalizando os treinos com um movimento global, como o levantamento terra e o arranque e arremesso, que trabalham todas as musculaturas das costas simultaneamente.

#Após cada série em seu treino de costas, Arnold alongava as costas segurando em uma barra com uma ou com as duas mãos, tracionando o máximo possível para alongar as musculaturas recém trabalhadas. Ele acreditava que isto, além de mantê-lo flexível, ajudava a desenvolver o máximo possível de hipertrofia e expansão naquelas musculaturas.

#Quando queria treinar a porção inferior das costas, Arnold utilizava uma pegada fechada e realizava exercícios como puxadas na barra fixa, puxadas na polia e remadas. A porção inferior dos dorsais é de extrema importância para poses de costas, nas quais o tronco está realizando um movimento de rotação, pois, com estas musculaturas bem desenvolvidas, o contraste entre a porção alta e inferior ficará bem evidente, aumentando a sensação de amplitude e largura das costas nestas poses.

BÍCEPS

Rosca Direta 6-7×6-8*
Rosca Scott 6-7×6-8
Rosca Inclinada c/ halteres 6-7×6-8
Rosca Concentrada 5×6-8

*Arnold utilizava um pouco do balanço corporal (roubada) nas últimas repetições de cada série.

ANTEBRAÇOS

Rosca Inversa 5×8-10
Rosca Scott Inversa 5×8-10
Rosca Punho 7×10

#Rosca concentrada: Arnold nem sempre se sentava para executar este exercício, como usualmente muitos fazem. Ele apenas se inclinava para frente e, com um halter de 30kg, executava as repetições com a máxima perfeição possível.

Dicas do Arnold

#Arnold não tinha medo de “roubar” um pouco nos exercícios para braços, especialmente nas roscas diretas. Ele acreditava que treinar o mais pesado possível era o segredo para aumentar o volume muscular. Assim, um pouco de ajuda com o balanço do corpo era necessário para elevar o peso e completar as últimas repetições de cada série.

#Para atingir o máximo desenvolvimento possível, ele sempre incluía nas séries um exercício como a rosca com halteres, no qual ele elevava o peso e rotacionava o antebraço ao mesmo tempo, elevando as palmas das mãos pra cima. Com isso, ele estimulava em sua totalidade os bíceps.

TRÍCEPS

Supino c/ pegada fechada 5-6×6-8
Tríceps na polia superior 5-6×6-8
Rosca Francesa 5-6×6-8
Extensão de Tríceps c/ halter, “Kick Back” 5×6-8

#Rosca francesa: Arnold utilizava a barra “W” para este exercício. Ele realizava a pegada com 20 a 25cm de largura e descia a barra atrás de sua cabeça flexionando os cotovelos em mais de 90 graus.

Dicas do Arnold

#Arnold acreditava que, para aumentar o tamanho dos braços, você tem que ganhar peso corporal. Ele estimava que para cada 4,5kg ganhos de peso corporal sejam correspondidos a um aumento de 2,5cm de circunferência nos braços. Para conseguir este objetivo, ele aumentava sua dieta usual em 1.500 a 2.000 calorias por dia.

#Sua repetição típica consistia em descer os pesos vagarosamente na fase negativa e, então, “explodir” rapidamente na fase positiva do movimento. Isto, segundo Arnold, gerava um duplo benefício em cada repetição e ajudava a atingir o máximo crescimento possível.

#Durante a maior parte de sua carreira, Arnold treinava os braços 2 a 3 vezes por semana e em altos volumes. Ele era conhecido por utilizar 1 a 2 horas apenas para seu treinamento de tríceps.

OMBROS

Arremesso com barras (aquecimento)* 1×20-30
Arnold Press série decrescente drop set** 5×6
Série composta com:
1)Crucifixo curvado 5×8-10
2)Elevação lateral no banco inclinado 5×12
2)Elevação lateral na polia 5×12
3)Elevação frontal alternada 3×12

Crucifixo Reto na Polia 5 x 12

*O arremesso com a barra é um movimento no qual é executada uma rosca inversa em alta velocidade. Após a barra atingir a altura dos ombros, é arremessada para acima da cabeça em um movimento de desenvolvimento.

**No Drop Set, Arnold executava seis repetições em cada série deste movimento. Iniciava com halteres de 45kg, diminuindo a carga em 5kg após cada série sem utilizar intervalos entre as séries. Ele terminava este exercício quando estava levantando halteres de 25kg.

#Crucifixo Reto na Polia: Utilizando uma polia baixa, Arnold elevava um braço até a altura dos ombros, mantendo a palma da mão apontada para o solo. Ao atingir a altura do ombro, ele realizava uma parada momentânea e contraía o máximo possível os ombros. O cotovelo permanecia levemente flexionado durante o movimento. Para estimular mais o deltóide posterior, ele utilizava, por vezes, o cabo pelas costas.

Dicas do Arnold

#Arnold utilizava pouquíssimos exercícios com barras para seus ombros. Ele acreditava que todos os supinos que realizava (inclinado, reto e declinado) já atingiam seus ombros de maneira suficiente.

#Para um melhor desempenho, ele trabalhava os ombros em primeira instância em treinos que envolvessem outras musculaturas. Por ter os ombros ‘fracos’, Arnold acreditava que deveria treiná-los quando estes estavam descansados.

#Os treinamentos para os trapézios jamais eram deixados de lado, apesar de poucas vezes isto ser citado. Ele costumava treinar os trapézios nos mesmos dias em que treinava os ombros.

PERNAS

Agachamento 5×8
Agachamento Frontal 5×8-10
Leg Press 5×10
Extensão Perna 5×10
Rosca Perna 8×10

#Agachamento Frontal: Arnold utilizava este movimento para desenvolver a porção inferior de seus quadríceps, que estão localizadas imediatamente acima dos joelhos e, assim, acentuar o visual de suas coxas. Ele agachava pesado e profundamente, geralmente ultrapassando a posição em que as coxas estão paralelas ao solo. Para evitar lesões, ele sempre mantinha a coluna em sua posição natural e realizava um aquecimento completo antes deste exercício.

Dicas do Arnold

#Arnold freqüentemente dividia seu treinamento de quadríceps em duas partes, fazendo a primeira pela manhã e a segunda à tarde. Isto permitia que ele executasse cada exercício com a máxima intensidade possível.

#Apesar de treinar suas pernas em altíssima intensidade, Arnold mantinha os intervalos entre as séries curtos, com durações sempre inferiores a 1 minuto. Isto criava um efeito de bombeamento máximo de sangue para as musculaturas durante as sessões.

#Algumas vezes ele fazia séries para os posteriores de coxa no meio de seus treinos para quadríceps, após os agachamentos frontais e antes de executar o ‘leg press’, para, assim, dar um pouco mais de descanso aos seus quadríceps e manter a intensidade do treino máxima. No final da sessão, ele realizava mais séries de rosca de perna para os posteriores de coxa.

ABDOMINAIS

Elevação de joelhos dependurado 3×25-50
Flexão abdominal na cadeira romana 4×25-30
Elevação de pernas deitado 3×25-30
Rotação de tronco 3×50
Extensão de quadril 3×15
Elevação de pernas sentado 4×25-50

#Elevação de pernas deitado: Deitado em um banco, segurando acima da cabeça para estabilizar o corpo, Arnold iniciava o movimento com as pernas estendidas e paralelas ao solo e elevava-as até estas estarem perpendiculares ao corpo. Ele descia as pernas lentamente à posição inicial, mantendo a máxima tensão em seu abdome.

Dicas do Arnold

#Arnold acreditava que seu treinamento abdominal deveria ser realizado diariamente, mas ele não recomendava isto para outras pessoas. Ele era conhecido por treinar, em alguns casos, os abdominais duas vezes por dia quando queria atingir o pico de forma mais rapidamente.

#Ele treinava os abdominais geralmente no final de suas sessões após o treinamento de panturrilhas, que acreditava também ser outra musculatura que necessita de treinamento quase diário.

#Para treinar os oblíquos, Arnold fazia basicamente exercícios de rotação do tronco com uma barra sobre os ombros. Ele era extremamente cauteloso pra não hipertrofiar os músculos naquela região, pois os oblíquos avolumados interferem na largura e aparência da cintura.

PANTURRILHAS

Gêmeos Burrinho 5×15-30
Gêmeos em Pé 5×15-30
Gêmeos no leg press 5×20-30
Gêmeos Unilateral com halteres 3×15-30

#Gêmeos Unilateral com Halteres: Segurando um halter do lado do corpo, Arnold trabalhava a panturrilha oposta à mão que segurava o halter. Utilizando uma prancha de madeira que permitisse descer o calcanhar ao máximo possível sem tocar o solo, ele elevava o corpo nas pontas dos pés, segurando nesta posição por um momento e descendo lentamente à posição inicial.

Dicas do Arnold

#Arnold esgotava todas as possibilidades possíveis em seus treinos para as panturrilhas. Qualquer coisa que as fizessem crescer, ele tentava: altas repetições, baixas repetições, períodos de descanso curtos (15 a 30 segundos) e tudo mais que você puder imaginar.

#Na maior parte do tempo ele procurava utilizar a máxima amplitude possível em qualquer exercício para as panturrilhas, descendo até alongá-las totalmente e subindo nas pontas dos pés até quase estar apoiado apenas nos dedos. Mas, em algumas ocasiões, ele fazia séries com cargas elevadas e amplitude parcial do movimento (séries parciais).

fonte: MUSCLE & FITNESS

Não devemos nos esquecer do verdadeiro sentido do natal (mensagem aos leitores)

Há mais de dois mil anos atrás, uma grande expectativa havia para os Judeus que esperavam nascer o Rei prometido por muitos e muitos anos através dos Santos profetas. A promessa da vinda do Messias fazia com que o povo de Israel pensasse que nasceria um Rei poderoso, mas com poder simplesmente humano. Talvez eles estivessem esperando alguém que nascesse da família real e até com poderes tais que lhes trouxesse a libertação, paz prosperidade. Como hoje, nos nossos dias muitos vão à procura de religiões para a solução de variados problemas. Assim naquela época o povo estava esperando um Rei que reinasse sobre a nação que se encontrava sobre o domínio de Roma.
Porém, quando nasceu um menino, que foi gerado do Espírito Santo em uma virgem. Um milagre aconteceu e a paz, a alegria, a felicidade, a cura a libertação. Estavam sendo anunciada a toda humanidade.Dino-arvore-de-natal-dinoblog
Mas nem todos entenderam que quando aquela estrela apareceu anunciando a chegada do filho de Deus estava trazendo a paz.
Uma nova era começou a partir daquele dia e a humanidade não foi mais a mesma. Tudo mudou. Uma nova vida foi trazida para toda a humanidade.
“Por que Deus amou o mundo de tal maneira para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16).
Deus olhou dos céus á terra e viu que a humanidade se perdia nos seus delitos e pecados. E que a solução estaria em um único sacrifício. E assim nos enviou o seu único filho para nos dar a vida eterna. Mas hoje, após passarem-se tantos anos, em que ano após ano é comemorado o Natal, o natal de Jesus. Podemos observar que o seu verdadeiro sentido está sendo deixado para trás. O personagem que é mais lembrado por todos é um “bom velhinho” que leva presentes para crianças carentes. O que todos sabemos que é apenas fantasia e que ilude as crianças. O verdadeiro personagem que deve ser lembrado nesta data, embora não exatamente a data que Jesus nasceu, pois não sabemos ao certo, é o próprio Jesus.
Mas infelizmente é o mais esquecido pela grande maioria, quando se reúnem em família para trocas de presentes, para comes e bebes e nem sequer lembram-se de agradecer pelo ar que respira e por tudo que tem, uma vez que foi o autor da vida que pela sua grande misericórdia nos tem concedido.
Lembremos do principal dono da festa.
Natal é o aniversário de Jesus.

Feliz Natal!

Boas festas!