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Konami anuncia as novidades e o trailer do game PES 2012

Foi divulgado hoje o novo trailer de PES 2012, no qual podemos conferir uma entrevista com o produtor Shingo “Seabass” Takatsuka. Durante a conversa, foram apresentadas algumas melhorias da nova versão do Pro Evolution Soccer, confira abaixo.

Melhorias na inteligência artificial

Segundo Shingo, a inteligência artificial do game, que tem sido um dos pontos mais criticados ao longo dos anos, recebeu uma reformulação completa, fazendo com que os jogadores tenham reações mais parecidas com as de uma equipe de verdade. Essa inteligência proporciona um maior auxílio dos seus companheiros de equipe durante o jogo, que aparecem para receber a bola ou que criam situações nas quais é possível realizar jogadas eficientes e penetrar na defesa adversária.

Mas não foi só na parte ofensiva que a I.A. de PES 2012 foi reformulada. A defesa também está mais eficiente que na versão 2011, permitindo que os zagueiros possam marcar a distância, e também que eles exercitem uma marcação individual mais eficiente, não permitindo que o atacante adversário receba a bola tão facilmente.

Jogabilidade mais realista

Em sua versão 2012, o jogo terá o sistema de dribles mais apurado, facilitando as jogadas individuais. Alguns dribles poderão ser executados de forma mais curta e menos complexas, possibilitando que o atacante avance e finalize a jogada com mais agilidade.

O sistema de marcação contará com empurrões e divididas mais fortes de seus zagueiros. Claro que essa intensidade deve ser moderada de uma forma que o jogador não cometa nenhuma falta e corra o risco de ser expulso. As colisões também pode forçar um jogador a se desequilibrar, fazendo com que ele perca a velocidade e até mesmo o controle da bola em alguns momentos. Todos esses elementos dependem do nível de determinados atributos do atleta, como força, velocidade e controle de bola.

Outra novidade fica por conta da utilzação do botão analógico direito para mudar o jogador quando se está defendendo, assim é possível trocar para o jogador que você quiser, deixando de lado a troca aleatória das outras versões.

Brasil continuará em destaque

Rumores apontam que a versão brasileira continuará sendo distribuída totalmente em português (menus e narrações) e um atleta nacional está cotado para ser a capa do jogo da versão nacional.

O jogo chega ao Brasil entre os meses de Outubro e Novembro e será distribuído pela NC Games para os consoles PSP, PS2, PS3, Xbox 360, PC e Nintendo Wii.

 

 

Confira os resultados completos das lutas do UFC FIGHT NIGHT 24

A 24ª edição do UFC Fight Night aconteceu no Key Arena em Seattle, Estados Unidos.
Com uma estrutura exatamente igual a do UFC, a edição foi marcada por lutas de altíssimo nível, com uma arena completamente lotada, popularizando ainda mais o MMA no Mundo.
Os destaques do eventos foram as derrotas do brasileiro Rogério Minotouro para o invicto Phil Davis que está cada vez mais próximo da disputa pelo cinturão e do inglês Dan Hardy que perdeu a terceira seguida.

Card principal:

Meio-pesado (até 93kg)
Phil Davis venceu Antonio Rogerio Nogueira por decisão unânime (30 a 27, 30 a 27e 30 a 27)
Meio-médio (até 77kg)
Anthony Johnson venceu Dan Hardy por decisão unânime (30 a 27, 30 a 27 e 30 a 27)
Meio-médio (até 77kg)
Amir Sadollah venceu DaMarques Johnson por desistência aos 3m27s do round 2
Pena (até 66kg)
Chan Sung Jung venceu Leonard Garcia por finalização (twister) aos 4m59s do round 2

Card preliminar:

Pesado: (até 120kg)
Mike Russow venceu Jon Madsen por interrupção médica no round 2
Pena (até 66kg)
Mackens Semerzier venceu Alex Caceres por finalização (mata-leão) aos 3m08s do round 1
Meio-médio (até 77kg)
John Hathaway venceu Kris McCray por decisão dividida (29 a 28, 28 a 29 e 29 a 28)
Galo (até 61kg)
Michael McDonald venceu Edwin Figueroa na decisão unânime (30 a 27, 30 a 27 e 30 a 27)
Pesado (até 120kg)
Christian Morecraft venceu Sean McCorkle por finalização (guilhotina) aos 4m10s do round 2
Meio-medio (até 77k)
Johny Hendricks venceu TJ Waldburger por nocaute técnico a 1m35s do round 1
Médio (até 84kg)
Aaron Simpson venceu Mario Miranda por decisão unânime (30 a 26, 30 a 27 e 30 a 27)
Leve (até 70kg)
Nik Lentz venceu Waylon Lowe por finalização (guilhotina) aos 2m24s do round 3

O Dia do Jogo Justo provocou filas gigantescas nas lojas e derrubou sites de compras on-line no Brasil

Filas gigantescas antes da abertura de lojas, sites de compras on-line que saíram do ar por conta do excesso de tráfego, jogos que acabaram em uma hora. Assim foi o sábado (29), dia escolhido pelo comércio para reduzir pela metade o preço de alguns jogos de videogame.

Chamado de “O Dia do Jogo Justo”, a campanha, que aconteceu na capital paulista e em mais seis cidades, além de trazer jogos muito mais baratos, também teve palestras, apresentações e, claro, games para que os visitantes e entusiastas do projeto pudessem se divertir. Entretanto, os jogadores, fugindo do estereótipo dos “viciados em videogames” utilizado por veículos não-especializados em games, estavam mais preocupados em uma causa: lutar para que o governo baixe os impostos sobre os videogames.

“Os jogos e consoles estão na mesma classificação do que as máquinas de caça-níquel e de videopôquer”, diz o tributarista da associação dos games Acigames, Marcos Chien.

“Nossa meta é enquadrar o videogame nas mesmas tributações que os computadores no país, muito menor, o que certamente irá aumentar as vendas do mercado legal sem prejuízo para o governo”.

A conta de Chien é 20% de imposto de importação, 40% de IPI, 18% de ICMS, mais de 9% de PIS e COFINS. Como a cobrança é em cascata, a carga de impostos chega a 124%.

No Brasil, um game que custa US$ 60 (no caso do Xbox 360 e do PlayStation 3) nos EUA, chega ao país por R$ 100, mas os impostos em cascata elevam este preço para mais de R$ 225. Ainda, muitos dos lançamentos no país custam em média R$ 150 e R$ 200.

No dia da promoção, os jogos “Assassin’s Creed: Brotherhood”, “Castlevania: Lords of Shadow” ou “Pro Evolution Soccer 2011″, que custam R$ 200, foram vendidos por R$ 100. “Vendemos cerca de dois jogos por minuto e isso é um movimento histórico, que comprova que há mercado e que o consumidor também prefere comprar um produto original, com nota fiscal e todas as garantias. Ele só quer é um produto mais barato”, diz Marcos Khalil, sócio fundador da UZ Games. Segundo ele, nas 25 lojas da rede que participaram do Dia do Jogo Justo, foram vendidas 2.500 unidades, dos três jogos que fizeram parte da ação.

“Em uma hora os jogos esgotaram”, disse Gabriel Vonkarajan, franqueado de uma rede de lojas de games sobre a grande procura dos títulos em promoção. “A fila estava muito grande antes de abrirmos nossas portas. O site de uma rede de lojas on-line não aguentou a demanda e caiu, impedindo gamers de comprar pela internet. Era possível comprar apenas um game por pessoa.

Em uma faculdade na cidade de São Paulo, o projeto Jogo Justo realizou palestras e levou games para os visitantes, mas o foco dos gamers era outro. “Acho que o projeto é promissor para a redução de impostos e abrirá portas do Brasil para o mercado de games internacional “, disse Nadia Fornaro, 23 anos, gerente de testes. “O preço [R$ 99] é um preço bom, porque tem que ter imposto, e vale a pena”.

“O sonho de todo o jogador de games do Brasil é ter um game por um bom preço”, diz o analista de sistemas Erich Roveda. “Acredito que o projeto dê certo, pois sua base tem fundamento. Para quem quer trabalhar na área de desenvolvimento de games como eu, é muito importante que dê certo”. O webdesigner Rafael Portes acredita que haverá empresas grandes investindo no Brasil com menos impostos sobre os games. ” Se o governo não investir, será uma burrada”.

Os mais novos também se engajaram ao projeto e à promoção de 50% de desconto nos games. É o caso de Pedro Henrique Lopes, de 11 anos, que foi com o pai, Nilton Lopes, acompanhar as palestras no dia de descontos e que, depois, iriam comprar “Pro Evolution Soccer 2011, um dos games da promoção. “Espero que o Jogo Justo dê certo para eu poder comprar mais jogos, pois está muito caro hoje”, disse o garoto.

Os desenvolvedores de games brasileiros também apostam na redução dos impostos sobre os jogos eletrônicos. “O problema do mercado brasileiro é que o jogo é muito caro, criando a cultura da pirataria, desvalorizando o nosso produto”, afirma o empresário e game designer Andrian Laubisch. “Com preço mais baixo, o público terá uma opinião mais crítica sobre os games, pois poderá comprar mais jogos. Com isso, o público também irá comprar mais games feitos no Brasil”.