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Confira a lista de games para o lançamento do Portátil nintendo 3DS no dia 26 de fevereiro

A Nintendo divulgou em um evento realizado entre os dias 8 e 9 de janeiro no Japão a lista de jogos que estarão na lojas japonesas no lançamento do videogame portátil Nintendo 3DS. O aparelho será lançado no dia 26 de fevereiro no país.

Entre os títulos do portátil de duas telas que apresenta imagens em 3D sem a necessidade de óculos especiais, os destaques são “Nintendogs & Cats”, game em que o jogador se torna o dono de um cão ou um gato, o sucesso dos games de luta “Super Street Fighter IV 3D Edition” e o jogo de futebol “Winning Eleven 3DSoccer”, franquia que no Ocidente se chama “Pro Evolution Soccer”. Cada game custará, em média, 5 mil ienes (cerca de US$ 60).

Nos Estados Unidos, a Nintendo irá revelar data de lançamento, preço do aparelho e dos jogos do Nintendo 3DS no dia 19 de janeiro em evento que será realizado em Nova York.

Confira a lista de jogos do lançamento japonês do Nintendo 3DS:

– “Nintendogs & Cats”, da Nintendo;

– “Super Street Fighter IV 3D Edition”, da Capcom;

– “Professor Layton And The Miracle Mask”, da Level 5;

– “Ridge Racer 3D”, da Namco Bandai;

– “Winning Eleven 3DSoccer”, da Konami;

– “Samurai Warriors Chronicle”, da Tecmo;

– “Combat of Giants Dinosaur 3D”, da Ubisoft;

– “Puzzle Bobble 3D”, da Square-Enix.

Saiba tudo sobre a Tribo Urbana Steampunk

Eles gostam de tudo o que é antigo, de roupas estilo vintage a computadores com teclado de cobre. Eles são os steampunks, uma turma que combina o fascínio pelas máquinas do final do século 19 com as modernidades deste século. O movimento nasceu nos Estados Unidos, ganhou a Europa e já tem adeptos no Brasil

Os rapazes não cobiçam a última novidade da Macintosh. Preferem teclados de cobre de computadores antigos. As meninas não estão atrás dos jeans nem das camisetas mais transados. Gostam mais de espartilhos, saias e acessórios, a maioria saída de brechós. Eles fazem parte de uma nova tribo urbana chamada steampunks. Criativos e elegantes, esses jovens se autodenominam retrofuturistas, ou seja, misturam passado e futuro tanto no comportamento quanto no estilo. Isso significa viver o mundo de hoje com um olhar atento às referências de outros séculos. Mas, a principal inspiração vem da Inglaterra do século 19, ou a era vitoriana, quando os homens usavam cartolas, bigodes grandes e caídos, e as mulheres, espartilhos. Tempo também dos motores a vapor (daí o termo steam, que significa vapor em inglês) e das grandes invenções. Um steampunk, portanto, olha para o futuro, mas abomina produtos em série. Por isso, costumam dar toques pessoais a esses objetos – como revestir uma TV de tela plana com tecido estilo vitoriano, é claro.

O movimento steampunk nasceu nos Estados Unidos, no final dos anos de 1980, como uma vertente dos cyberpunks (que centravam sua filosofia na internet e seus efeitos sociais). Aos poucos foi se espalhando pelo mundo. Chegou até a Europa, especialmente Londres, Paris e Berlim. Aos poucos, ganhou adeptos na Austrália. Nos Estados Unidos, tornou-se mais forte em São Francisco e Nova York, principalmente no Brooklin – o atual bairro hype da cidade.

No Brasil, já existem comunidades no Orkut – a internet é um meio importante de propagação do movimento – e um site ‘oficial’ da tribo no país (www.steampunk.com), criado pelo gaúcho Emerson Bohrer. Programador de software, ele sempre se interessou por ficção científica, mas, ao mesmo tempo, gosta do estilo e comportamento do passado. Por isso, sua identificação com os steampunks. ‘Estamos perdendo a cultura e a educação, coisas que o movimento valoriza. Entre nós, não tem essa de mulher melancia ou algo parecido’, diz. No dia a dia, ele não usa as roupas características, mas gosta de se paramentar nos encontros com os amigos. ‘Tenho a minha cartola, os meus acessórios. E estou transformando meu computador para ele ficar no estilo vitoriano’, afirma. Bohrer acredita que a comunidade brasileira tenha hoje pelo menos 300 pessoas. Ele calcula ainda que existam uns 30 mil steampunks espalhados pelo mundo. ‘O grupo está começando a se organizar’, diz.

Nos Estados Unidos, há até uma revista virtual sobre o assunto (www.steampunkmagazine.com), editada pela designer e fotógrafa Libby Bulloff, 25 anos. ‘Gosto de reinventar o presente, usando coisas do passado e do futuro’, diz Libby. Ela retrata isso no visual: usa os cabelos bem vermelhos e uma make que valoriza a boca e os olhos. Seu guarda-roupa é recheado de saias rodadas, muitos tipos de luvas de crochê, um acervo de bijoux, chapéus com penas e vários espartilhos.

Tudo é escolhido com cuidado e, para inspiração, há os estilistas cultuados pelo grupo. Alexander McQueen, Nicolas Ghesquière e Ralph Lauren estão entre eles. ‘Nosso estilo é o refinamento’, diz o músico americano John James. ‘Estou cansado de ver pessoas nas ruas com as calças caindo.’ A customização também é valorizada em
espartilhos, chapéus e redingotes.

O historiador G. D. Falksen, 26 anos, é um estudioso do comportamento steampunk. Ele participa de conferências e escreve sobre o estilo de vida dessa tribo. Falksen criou um teste, que foi aplicado a cerca de 13 mil pessoas. Chegou a um resultado curioso. Segundo ele, existem oito categorias de steampunk – aristocrático, bandido, cientista, explorador, oficial, burguês, pirata e trapo -, mas todos são steampunks. ‘Todos veneram os símbolos de poder do Império Britânico, mas isso não significa que aceitem o racismo e o colonialismo. Esse é um movimento mais social do que político’, afirma.

Se política não é o forte, as artes reúnem alguns ídolos. Autores como Júlio Verne e Arthur Conan Doyle são os expoentes. Com seu estilo gótico e romântico, o diretor de cinema Tim Burton e a atriz Helena Bonham Carter também são venerados pela turma. Lucas Lanthier, vocalista, guitarrista e compositor do Deadfly Ensemble, também. Ele diz, até mesmo, que mora no ‘planeta Steam Punkia’. Entre os filmes cultuados estão O enigma da pirâmide, De volta para o futuro 3, O ladrão de sonhos, A máquina do tempo, O grande truque e A liga extraordinária.

Mas ser steampunk de vanguarda também é gostar de bons costumes e formalidades. Esses retrofuturistas buscam diversões, digamos, puras, como chá da tarde com bolos e festas em jardins, bem ao estilo do século 19. E por que punk, se a palavra nos lembra agressão ou mau comportamento? ‘Acho que é punk no sentido de transgredir. De certa maneira, transgredimos a sociedade de hoje quando cultuamos também o passado’, diz o gaúcho Emerson Bohrer.

Eles podem cultuar o passado, mas não o extremo conservadorismo da era vitoriana. Afinal, foi uma época em que surgiram invenções que mudaram o mundo – a luz elétrica, o telégrafo, o telefone, a refrigeração. Será que os steampunks chegaram para nos lembrar de que, mesmo com tanta tecnologia, é preciso manter a elegância?

  • Galeria de objetos customizados no estilo Steampunk

Top Five astros da músicas e bandas mais poluentes da história

O estrelato tem um preço. Que o diga o nosso planeta. O impacto de bandas e músicos famosos no meio ambiente é enorme. Eles atraem milhões de pessoas a shows, viajam constantemente, e seus espetáculos consomem quantidades chocantes de energia elétrica. Uma turnê mundial pode liberar milhares de toneladas de dióxido de carbono (CO2), gás que contribui para o aquecimento global.

Os roqueiros mais conscientes aliviam a culpa neutralizando as suas emissões. Para tanto, compram créditos de carbono de companhias que cuidam de plantio de árvores, proteção de áreas verdes ou instalações de energia renovável, por exemplo. No cálculo para saber o tamanho do crédito, são verificadas as emissões de gases causadores do efeito estufa. Elas são geradas a partir da queima de combustíveis fósseis e material orgânico.

Apesar de ainda distante da situação ideal, ecologistas comemoram as iniciativas dos artistas que neutralizam suas emissões. Essa atitude influencia muitas pessoas, segundo Eduardo Petit, diretor de marketing da MaxAmbiental, companhia que vende créditos de carbono. “Quem é atingido passa a ter consciência de que cada um deve fazer a sua parte”, afirma. Marketing ou não, o certo é que o planeta agradece os astros que levam o discurso verde para além das canções.

THE POLICE

  • Segundo a revista britânica NME, é a banda que mais poluiu o planeta, durante sua turnê em 2007 e 2008.

  • Para aliviar a culpa, doou 1 milhão para a prefeitura de Nova York plantar 10 mil árvores em maio passado.

COLDPLAY

  • Em 2002, a banda contratou uma empresa para plantar 10 mil mangueiras em Karnataka, Índia. A ideia era neutralizar a produção e distribuição de seus CDs. Das árvores, apenas 4 mil sobreviveram.

JACK JOHNSON

  • Em 2008, neutralizou 1450 toneladas de CO2 e doa dinheiro para cuidar de uma área na Amazônia peruana, suficiente para neutralizar mais de 2.000 toneladas de carbono por ano
  • Fundou no Havaí uma ONG que apoia a educação ambiental

DAVE MATTHEWS BAND

  • Gerou 18 mil toneladas de CO2 – equivale a 58 milhões de quilômetros rodados por um carro

  • Em 2002, a banda decidiu neutralizar todas as emissões causadas desde 1991

  • Auxiliou na construção da Rosebud Wind Turbine, a primeira turbina de vento de grande escala nos EUA

RADIOHEAD

  • Em algumas turnês, envia seus equipamentos por navio

  • Para reduzir emissões, se apresentou na TV dos EUA sem sair da Inglaterra

  • Em 2007, lançou na web o álbum In Rainbows, para conservar papel e reduzir lixo. Porém, meses depois, o CD chegou às lojas

SUJEIRA, LEVANTOU SUJEIRA
O resultado de uma apresentação de Ivete Sangalo na praia de Copacabana

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