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Protótipo de smartphone retrô tem até discagem mecânica

Todos nós temos os nossos olhos voltados para o futuro, mas não deixamos de relembrar o passado. E isso é algo positivo, pois esse sentimento saudosista acaba se transformando em produtos com propostas bem diferenciadas. Além de dar um ar retrô, que sempre cai bem.

Os mais velhos certamente já viveram a experiência de usar um telefone de disco. Os aparelhos faziam a discagem por um sinal analógico, onde o usuário tinha que discar o número do telefone em um sistema que identificava o número discado pela distância que o disco percorria para chegar até o tal número. É um modo charmoso de discar para alguém, mas nada eficiente para aqueles que precisam discar com rapidez.

De fato, sentimos um pouco de saudades desse tempo, onde tudo o que o telefone fazia era fazer e receber ligações. O designer Richard Clarkson aposta neste sentimento saudosista, e resolveu criar um smartphone com esse sistema de discagem por rotação mecânica, para fazer a alegria dos nostálgicos tecnológicos.

Apesar de ser um telefone inspirado no passado, o telefone tem um toque de tecnologia do presente, pois conta com uma pequena tela para exibir informações como contatos e compromissos. Mas aqui, o objetivo não é necessariamente ter tecnologia, e sim despertar um sentimento mais íntimo com o dispositivo. Com o disco de rotação, o telefone possui um elemento mais tangível, ou “algo mais vivo”, como diz o próprio Richard. Afinal, você vai ter que efetivamente “discar” no aparelho para fazer as chamadas.

Além disso, Richard conta com um argumento bem interessante para apresentar o seu protótipo: “nos dias de hoje, produtos como os smartphones chegam para ajudar a nos definir como usuários, mas não nos lembramos mais quais produtos definiram os produtos que usamos hoje”. Ou seja, olhar para o passado, para compreender o presente.

O site G1 testou smartphone Huawei Ideos com sistema Android 2.2. veja o resultado!

O Huawei Ideos é o primeiro da família de smartphones do mesmo nome que vai chegar ao Brasil, possivelmente, ainda no 1º trimestre de 2011, com preços competitivos em relação a aparelhos similares disponíveis no mercado.

“Vai depender das negociações com as operadoras”, disse Marcelo Najnudel, gerente de marketing de terminais da empresa chinesa, sobre a data de lançamento do aparelho no país.

O futuro lançamento tem tela de 2,8 polegadas e quase todos os recursos que o usuário espera num celular inteligente: Wi-Fi, Bluetooth, GPS, câmera digital de 3,2 megapixels e ainda roda o Android 2.2, também conhecido por Froyo. Não é o último, mas utiliza uma das mais recentes versões do sistema operacional do Google para smartphones, ainda raro mesmo nos aparelhos de outras marcas famosas.

O novo celular também funciona como roteador Wi-Fi, possibilitando a conexão de até oito aparelhos simultaneamente. O Ideos possui tela capacitiva e executa aplicativos a partir do cartão SD. Ele também é quad-band, ou seja, funciona na frequência de todas as operadoras do Brasil, mas com suporte a apenas um chip.

Manuseio
O Ideos é bem leve mesmo com a bateria, tem uma boa pegada, apesar de ser pequeno para quem tem a mão grande, e a primeira impressão é de que a tela é pequena demais para acomodar todos os widgets e icones. Mas é possível, sim, ter vários elementos na mesma tela e ainda ter uma boa visualização. Porém, mesmo com 262 mil cores, o display não é tão atraente de se ver, ainda que com o brilho mais forte. Para ter acesso ao compartimento da bateria, do SIM Card (chips da operadora) e do cartão de memória, basta deslizar a tampa traseira sem qualquer dificuldade ou medo de quebrar. Seu fechamento também é fácil e preciso.

Conectividade
O aparelho de testes, com um cartão microSD de 2 GB, foi conectado a um notebook com Windows XP SP3, mas o sistema da Microsoft não reconheceu o dispositivo como um pen drive (ou como qualquer outra coisa), o que geralmente acontece. Foi necessário instalar o software Active Sync para ser possível transferir dados entre o Ideos e o PC. Mesmo assim, sem sucesso. Talvez por ainda ser uma versão de pré-lançamento que ainda vai passar por ajustes finos. Comparado com outro smartphone, o Ideos apresentou uma recepção do sinal Wi-Fi ligeiramente inferior na mesma distância do roteador sem fio, o que, no caso, fez com que o aparelho a conexão com a internet ficasse instável.

Huawei Ideos com tampas de várias cores
(Foto: Divulgação)

Huawei Ideos com tampas de várias cores

Multimídia
Nesse modelo a Huawei optou por não disponibilizar o suporte ao Adobe Flash, entretanto, possui aplicativo específico para reproduzir vídeos do Youtube sem a necessidade de acessar o portal do Google pelo navagador. O player de música que acompanha o aparelho é fácil de usar e possui o recurso de pausar a música quando o fone de ouvido (que tem conector padrão de 3,5 mm) é retirado. Ele ainda busca na internet as capas dos álbuns das trilhas reproduzidas e possui modo de reprodução aleatório (shuffle). A câmera digital tem melhor desempenho em ambientes claros, uma vez que não possui flash.

Velocidade
Apesar do processador rodar a menos de 600 MHz, é possível rodar vários aplicativos simultaneamente sem perdas significativas de desempenho. As vezes nota-se uma certa demora no aparecimento das palavras quando se usa o Swype (método que agiliza a digitação em teclados virtuais) mas nada tão grave.

Autonomia
Apesar da bateria de 1200mAh, com o uso intensivo e simultâneao de música e GPS com 3G, ela se esgota rapidamente, podendo ser necessárias duas recargas diárias. Mas isso não é exclusividade do modelo da Huawei. Todos os concorrentes também sofrem da pouca autonomia quando o assunto é o uso maior dos recursos que o aparelho dispõe. Dicas para poupar energia é usar a tela com pouco brilho e desligar o Wi-Fi e GPS quando não for precisar. Não deixar aplicativos rodando em segundo plano, desnecessariamente, também ajuda.

Conclusão
Para o perfil de público que vai adquirir seu primeiro smartphone, o aparelho é bastante completo e permite conectividade total com aplicativos de redes sociais e mensageiros instantâneos, além de ter boa qualidade de chamada, condição básica de um telefone celular.

Dicas de Treino – Técnicas Avançadas de Treinamento para Ganho Muscular

Esse artigo é o primeiro da série “Técnicas Avançadas de Treinamento”, onde serão abordadas 8 técnicas avançadas que podem ser usadas para intensificar ainda mais os seus ganhos nos treinamentos.

Essas técnicas podem ser usadas durante períodos em que se está priorizando o trabalho de um determinado grupamento muscular com o objetivo de desenvolvê-lo ainda mais em um curto espaço de tempo.

Deve-se tomar cuidado apenas para usar todas essas técnicas de forma moderada para não levar o corpo ao estado de overtraining.

Nesse  artigo serão abordadas as técnicas de Drop-Sets, Triple Drop-Sets, Quadruple Drop-Sets, Supersets e Séries com pequena pausa para descanso.

Drop-Sets, Triple Drop-Sets & Quadruple Drop-Sets

Drop-Set é uma série em que você faz o máximo número de repetições com determinado peso, então imediatamente diminui o peso para fazer mais repetições. O descanso deve ser o menor possível entre a troca de pesos.

Triple Drop-Set e Quadruple Drop-Set são a mesma coisa, só que com 3 e 4 mudanças de peso respectivamente, o que consequentemente gera um estresse muscular muito maior.

Cuidado, pois os Drop-sets podem levar ao overtraining facilmente se forem usados num ritmo muito intenso de treinamento e se forem feitos mais de uma vez na semana. Isso significa que drop-sets devem ser usados somente quando se quer priorizar o treinamento de um grupamento muscular por vez e não devem ser usados em mais de um grupamento muscular na mesma semana de treinamento.

Especialistas afirmam que o uso de Drop-Sets, Triple Drop-Sets e Quadruple Drop-Sets nos treinamentos é uma excelente maneira de desenvolver músculos mais difíceis de trabalhar.

Supersets

Superset consiste em fazer 2 exercícios diferentes sem descanso entre eles. Existem diferentes tipos de Supersets, os mais importantes são esses três:

1) Superset de mesmo grupamento muscular:
Esse é o mais comum Superset. Significa fazer 2 exercícios diferentes que trabalham a mesma parte do corpo, como por exemplo “rosca bíceps inclinada” e “rosca bíceps direta”.

2) Superset alternando exercícios isolados e exercícios compostos:
Esse é um Superset de pré-exaustão. Significa fazer uma série de um exercício isolado e então uma série de um exercício composto. Exercícios isolados são aqueles que trabalham em cima de um grupamento múscular específico enquanto que os compostos trabalham sempre mais de um grupamento muscular por vez. Um bom exemplo é “voador” (isolado) e “supino reto” (composto).

3) Superset em exercícios que trabalham grupamentos musculares antagônicos:
Significa fazer uma série de exercício para um determinado grupamento muscular e então imediatamente fazer uma série de outro exercício para o grupamento muscular antagônico (oposto). Um exemplo clásico disso é fazer um exercício de bíceps e então logo em seguida um de tríceps.

Agora para o Superset vale a mesma dica dada para o Drop-Set. Quanto mais essas técnicas forem incorporadas na rotina de treinamentos, maior é a possibilidade de entrar em estado de overtraing.

Séries com pequena pausa para descanso

Essa técnica é provavelmente a menos popular de todas as técnicas avançadas de treinamento, talvez porque seja a mais difícil de todas. Com essa técnica você escolhe um peso que você possa fazer uma série de 8-12 repetições sem ajuda e começa a série.

Ao acabar coloque o peso no suporte, respire fundo 5 vezes e pegue o peso novamente para uma nova série. Você ainda vai estar pegando o mesmo peso nessa segunda mini-série, mas agora vai estar tentando completar 3-5 repetições com a ajuda de alguém.

Quando atingir seu limite, coloque o peso no suporte, respire fundo 5 vezes novamente e pegue o peso para fazer sua terceira mini-série e tente fazer de 2-4 repetições com o mesmo peso.

Essa técnica pode ser usada basicamente em qualquer exercício como uma forma de aumentar a intensidade dele. Contudo é mais prático usar essa técnica em exercícios compostos que utilizam máquinas com placas de peso reguláveis por pinos.

Essas técnicas podem ser usadas durante períodos em que se está priorizando o trabalho de um determinado grupamento muscular com o objetivo de desenvolvê-lo ainda mais em um curto espaço de tempo.

Vale aqui a mesma dica: Todas essas técnicas devem ser usadas de forma moderada para não levar o corpo ao estado de overtraining.

Séries Negativas

Negativas é uma excelente técnica para intensificar os treinamentos. Essa técnica possibilita estenuar a musculatura ao máximo através de movimentos mais lentos e controlados na fase negativa e movimentos assistidos por um parceiro na fase positiva.

A fase negativa do movimento (excêntrica) é sempre aquela em que você não está fazendo a força positiva (concêntrica) para puxar ou empurrar o peso. Ex: no “supino” a negativa é quando o peso está indo em direção do seu peito. No “rosca bíceps” a negativa é quando o peso está indo para baixo.

Recomenda-se fazer de 2 a 4 negativas em uma série em que você chegue à exaustão completa, e sempre contando com a ajuda de um parceiro, que é essencial para se fazer bem as negativas e evitar riscos de lesões e acidentes.

Repetições Extras Assistidas por um Parceiro

Repetições extras assistidas por um parceiro é basicamente quando você chega ao seu limite com repetições positivas e quer fazer algumas repetições extras para estressar ainda mais os músculos trabalhados, e conta com um parceiro para te ajudar.

Diferentemente das negativas, você não diminui a velocidade das suas repetições, que se mantém constantes. O seu parceiro vai te dar uma pequena força para que você consiga completar de 2 a 4 repetições extras. Essa técnica de treinamento pode ser usada em praticamente qualquer exercício.

Repetições Parciais

A última técnica avançada de treinamento é chamada de “repetições parciais”, que é basicamente um caminho para estenuar mais um pouco os músculos trabalhados antes de finalizar sua série. Consiste em fazer movimentos incompletos depois que você já estressou ao máximo o grupamento muscular com movimentos completos e não consegue mais fazê-los.

Um bom exemplo disso é depois de fazer rosca bíceps direta com movimentos completos, levando a barra do início do movimento (próximo à coxa) até o final dele (próximo ao peito), fazer mais 2 a 4 repetições parciais, ou seja, levando a barra até a metade do movimento apenas.