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Conciderado o melhor peso pesado de todos os tempos o lutador de MMA Fedor Emelianenko foi demitido após sua terceira derrota seguida no Strikeforce

O “Último Imperador” está sem castelo. O russo Fedor Emelianenko, ídolo do MMA, foi demitido pelo Strikeforce após sua terceira derrota consecutiva, sofrida no último sábado contra Dan Henderson. Dana White, presidente do UFC e co-proprietário do grupo Zuffa LLC – que detém os direitos do Strikeforce, confirmou o corte nesta quinta-feira, após a coletiva de imprensa do UFC 133, na Filadélfia.

White nunca escondeu que não era um grande fã de Emelianenko e foi irônico ao comentar a demissão.

- Ele foi cortado sim. Por que, vocês acham que nós devíamos mantê-lo? Vocês achavam que ele era o melhor lutador peso por peso do mundo, mas eu achava ele superestimado por anos – disse White à imprensa.

 

Emelianenko criou a lenda ao redor de seu nome no Pride, um dos maiores eventos do esporte na última década, onde passou quase 10 anos sem perder. O russo, porém, perdeu seus três últimos combates no Strikeforce, sendo dois para brasileiros (Fabrício Werdum e Antonio “Pezão” Silva). Peso pesado, Emelianenko foi derrotado pelo campeão meio-pesado da organização, Dan Henderson, no último sábado, em Illinois, e muito se especula que este seja o final de sua carreira. O “Último Imperador” tem um cartel de 31 vitórias, quatro derrotas e uma luta sem decisão.

Entretanto, Fedor pode ainda lutar mais uma vez nos EUA. Evgeni Kogan, diretor de operações da M-1 Global, organização de MMA da qual o lutador é sócio, declarou ao site “MMAJunkie” que o contrato de Emelianenko é com o canal de TV americano “Showtime”, emissora oficial do Strikeforce, e não com a organização. A emissora tem acordo para exibir quatro eventos da M-1 Global em 2011, e o russo pode competir num deles.

Pesquisa revela que Eletrônicos estarão até 47,6% mais baratos neste Natal

Com R$ 14,3 bilhões a mais no bolso neste fim de ano em relação ao Natal de 2009, o brasileiro vai gastar menos para levar para casa eletrônicos e itens de informática de melhor qualidade e com preços quase 50% menores em relação aos do ano passado.

Um levantamento feito pela empresa Shopping Brasil mostra que as cotações de oito produtos (cinco TVs e três máquinas fotográficas) estão até 47,6% menores do que há um ano.

Já os itens da linha branca – três modelos de lavadoras e um de refrigerador – tiveram alta de quase 9% nos preços médios nos últimos 12 meses. A pesquisa, de âmbito nacional, foi feita a partir de produtos anunciados em jornais e encartes de 476 revendedores.

“A queda mais significativa ocorreu nos televisores. As inovações constantes justificam a redução de preços”, diz Minoru Wakabayashi, responsável pela pesquisa.

Poder de consumo
O poder de consumo do brasileiro aumentou com o avanço do emprego e dos reajustes de salário acima da inflação. Com isso, os consumidores receberão R$ 14,3 bilhões a mais no 13º salário de 2010 do que no ano passado, já descontada a inflação.

Esse aumento de renda deve garantir o maior Natal da história, apesar da queda de preços dos produtos. A receita do varejo em dezembro deve atingir R$ 88,2 bilhões e crescer 10,8% em relação a 2009, segundo projeções do economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, Altamiro Carvalho.

Pesquisa revela que brasileiros estão cada vez mais gordos

A população brasileira está ficando mais gorda em velocidade acelerada.

Dados da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados hoje indicam que o total de homens acima do peso na população de 20 anos ou mais chegou a 50,1%.

O aumento de peso pode ser percebido em todas as faixas etárias, independente do sexo, da região ou da faixa de renda.

Entre as mulheres, a proporção de pessoas acima do peso aumentou de 40,9% para 48%.

Na prática, quase metade da população está acima do peso.

A pesquisa mostra ainda o avanço da obesidade nas últimas décadas.

Desde 1974, o percentual de homens obesos mais do que quadruplicou (passou de 2,8% para 12,4%).

No mesmo período, a taxa registrada entre as mulheres dobrou e passou de 8% para 16,9%.

A obesidade está associada ao maior risco de doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, entre outras.

Excesso de peso e obesidade está ligado a um desequilíbrio entre a ingestão e a utilização de calorias.

Segundo o IBGE, a explicação para o aumento da freqüência dessas condições está relacionada a mudanças nos padrões de alimentação e na prática de atividade física da população.

O parâmetro utilizado para definir se o peso de um adulto é adequado é o IMC (Índice de Massa Corporal).

Ele é calculado com a divisão do peso em número de quilos pelo quadrado da altura. Se uma pessoa pesa 60 kg e têm 1,68m ela deve dividir 60 kg por 2, 8224.

Neste exemplo, o índice será de 21,2 kg/metro quadrado. Pessoas obesas têm IMC igual ou superior a 30 kg/metro quadrado.

O excesso de peso ou sobrepeso ocorre quando o IMC fica entre 25 e 30 kg/metro quadrado.

DEFICIT DE PESO

A pesquisa mostrou ainda que o percentual de adultos com déficit de peso recuou para 2,7% da população.

Pessoas com déficit de peso têm um IMC inferior a 18,5 kg/metro quadrado. Segundo o IBGE, uma população passa a ser caracterizada como desnutrida quando 5% de seus integrantes estão abaixo desse índice.

No Brasil, alguns recortes da população feminina estão acima desse patamar, como as mulheres na faixa de 20 a 24 anos (8,3% de déficit de peso), as mulheres em domicílios rurais do Nordeste (5,5%) e as de menor faixa de renda (5,7%).
Fonte: Folha.com