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1Faça as refeições com calmaSeu organismo precisa deste tempo para processar os alimentos. Grande parte das enzimas digestivas (50%) são secretadas por estímulos sensoriais (visão, olfato, tato, paladar).
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2Mastigue bem os alimentosA digestão se inicia na boca com a trituração dos alimentos e ação da salivação. A mastigação deve tornar o alimento pastoso, facilitando o processo digestivo. Quando há ansiedade, o controle da ingestão de alimentos é prejudicado e, muitas vezes, comemos mais. Quando mastigamos bem, automaticamente estamos trabalhando com a ansiedade e promovendo a saciedade fisiológica (verdadeira). Então, não coma em menos de 20 minutos cada refeição.
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3Líquidos x RefeiçãoNão ingira líquidos junto com as refeições. O líquido faz com que você não mastigue bem os alimentos e atrapalha o processo digestivo. Procure utilizar líquidos 30 minutos antes ou 60 minutos após as refeições principais. No entanto, se a refeição estiver salgada o ideal é ingerir água durante.
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4Horários para as refeiçõesTenha horário para suas refeições. Ele faz com que nosso organismo mantenha um ritmo, com estabilidade nutricional e hormonal.
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5Alimente-se a cada 3 horasNosso cérebro precisa de aporte constante de glicose (carboidrato). A inconstância em receber esse nutriente, traz redução da nossa disposição, além de proporcionar perda de massa muscular. Além disso, comendo de 3 em 3 horas, a fome e a voracidade se mantêm sob controle, evitando episódios de compulsão alimentar.
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6Alimentos integraisConsuma alimentos integrais. Eles contém vários nutrientes que estão na película do grão. São excelentes para manter os níveis de glicemia (açúcar no sangue), têm fibras que servirão de alimento para as bactérias benéficas do intestino, ajudam no controle do colesterol e na saciedade.
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7Consuma frutas e hortaliçasIngira verduras, legumes e frutas. Eles são ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Contém também fitoquímicos (polifenóis, carotenóides, flavonóides, dentre outros) os quais são excelentes antioxidades (protetores das nossas células)
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8Evite alimentos refinadosOs alimentos considerados brancos (pão, açúcar, trigo, arroz), além de não conter mais a sua película – onde estava a maioria dos nutrientes – também passam por um processo químico chamado de branqueamento. Neste processo, diversas substâncias químicas são adicionadas, com potencial efeito negativo para nosso organismo. Os alimentos refinados não alimentam nossas bactérias “boas”. Assim, poderá favorecer o crescimento das bactérias patogênicas (ruins) e desequilibrar nossa flora intestinal.
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9Ingira líquidoA ingestão de líquidos durante o dia faz com que nosso corpo se mantenha bem hidratado e ajude o organismo a transportar os nutrientes que precisamos. O melhor método que temos para verificar nossa hidratação é a cor da urina, a qual deve estar amarela bem clara.
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10Evite os industrializadosEvite alimentos industrializados, processados e embutidos. Estes produtos contêm inúmeras substâncias químicas que não são reconhecidas pelo nosso organismo. O consumo desses alimentos em quantidade excessiva demanda trabalho do fígado para neutralizar corantes, conservantes, etc, e depois eliminá-los, muitas vezes com auxílio dos rins. Alguns produtos com potencial efeito cancerígeno podem ser recebidos pela ingestão desses produtos ou serem produzidos no processo de desintoxicação. Pode haver comprometimento do sistema imunológico e processos alérgicos devido à ingestão de produtos estranhos ao nosso organismo.
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Confira 10 dicas para uma alimentação saudável
Critica da série da HBO “Game of thrones” baseada na série de livros “As crônicas de gelo e fogo”, de George R. R. Martin
“Game of thrones” apetecerá o espectador que é fã de “O senhor dos anéis” e afins. Mas não só ele. A produção caprichada (custou US$ 60 milhões) da HBO baseada na série de livros “As crônicas de gelo e fogo”, de George R. R. Martin, também agradará àqueles que zapeiam em busca simplesmente de um bom programa de TV. Depois de enfrentar um episódio inicial muito descritivo — e, mesmo assim, às vezes pouco elucidativo —, vem uma trama cativante, com ganchos eletrizantes, um deles encerrando já o primeiro capítulo.
A história se desenrola no reino de Westeros, região habitada por criaturas estranhas, como o canis duris, onde a natureza é temida pela duração de suas estações. O inverno lá pode ter dez anos. Parece o período medieval, mas “Game os thrones” se passa naquela atemporalidade ficcional. Este é um mérito: como “Lost” e como promete ser “Terra Nova”, esta produção funda seu próprio ambiente. Faz isso sem deixar de lado inúmeras referências que levam o espectador a viajar.
Apesar da atmosfera mágica e das sequências delirantes, a série não perde de vista as tramas particulares. Há takes grandiloquentes, feitos à distância, para valorizar o quadro maior. Porém, em nenhum momento a direção se desconecta dos closes dramáticos e dos detalhes que ajudam a construir os pequenos dramas.
Não há fadas nem duendes; em compensação, aparece um anão tarado. Não é “Decameron” de Pasolini, mas rola uma devassidão animada que faz lembrar o filme. Uma frase dita por um membro da realeza durante uma caçada resume bem a ideia toda: “A caça, uma vez que você a captura, deixa de ser caça”. A pensata, de múltiplas possíveis aplicações, aqui serve tanto para as disputas de poder que compõem a trama central quanto para as perseguições amorosas.
“Game of thrones” merece a sua atenção. É um épico com lindos momentos e uma boa dose de divertida selvageria moral. Além disso, não se limita a fazer jus aos milhões gastos com produção: trabalha com criatividade verdadeira.


