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A empresa HP apresenta seu Tablet o “Slate 500″ que tem cara de PC e custa US$ 800

A Hewlett-Packard revelou seu primeiro produto para o crescente mercado de computadores tablet, um aparelho de 799 dólares acionado pelo Windows e dirigido a clientes empresariais.

O Slate 500 da HP tenta reproduzir a experiência dos computadores em forma de tablet, e representa contraste com relação a rivais que deram aos seus aparelhos uma cara mais parecida com a de um celular inteligente. O Slate 500 opera com a mesma versão do Windows 7 usada por muitas empresas em seus computadores convencionais.

O tablet tem preço superior ao de produtos concorrentes como o iPad, que deu início à mania dos tablets ao ser lançado, meses atrás.

O produto da HP tem tela de 8,9 polegadas e sistema multitoque, pesa 700 gramas e vem com 64 GB de armazenagem e uma caneta especial. A bateria tem carga para cinco horas de uso.

O aparelho tem acesso Wi-Fi, mas não oferece capacidade integrada de conexão a redes de celulares de alta velocidade (3G), ao contrário de rivais como o iPad, o Galaxy Tab, da Samsung Electronics, e o Dell Streak.

Carol Hess-Nickels, diretora de marketing de notebooks para empresas na HP, enfatizou as utilidades para negócios do Slate. Ela antecipa que companhias de varejo, saúde e seguros, entre outras, criem aplicativos especiais para aproveitar a portabilidade do aparelho.

“É como um computador com funções plenas, e opera com o Windows; ele executa os aplicativos a que o usuário está acostumado, mas o faz em forma de tablet”, disse Hess-Nickels.

O Slate 500 tem processador Intel Atom, usado normalmente em netbooks. Os tablets rivais operam com chips padrão ARM, utilizados em celulares inteligentes.

O aparelho vem equipado com câmera frontal e câmera traseira, permitindo videoconferências, e com uma porta USB; é vendido com um estojo e uma estação de acoplagem.

O HP Slate 500 já está disponível online, e a empresa o venderá a outras companhias por meio de sua equipe de vendas diretas.

O preço de 799 dólares o torna mais caro que o iPad com acesso WiFi, cujos preços vão de 499 a 699 dólares. Os preços do iPad 3G começam em 629 dólares.

Google corre atráz do prejuízo para encarar Facebook nos jogos sociais

Foco nos jogos pode ser o caminho para que o Google ingresse na arena das redes sociais, à medida que o gigante das buscas online tenta superar uma série de iniciativas mal sucedidas que o deixaram à margem desse florescente mercado.

Ainda que o Facebook domine o mercado das redes sociais, conhecedores do setor afirmam que o Google tem posição favorável para desempenhar papel mais importante, ao atrair criadores de jogos sequiosos de veículos alternativos para seus produtos.

O Google está em busca de talentos que ajudem a propelir essa campanha nascente, e quer formar parcerias com gigantes dos jogos dispostos a explorar a grande presença da empresa na Web a fim de ingressar no segmento de jogos sociais, dizem observadores do setor. A Electronic Arts e a Walt Disney investiram centenas de milhões de dólares para tentar ingressar no mercado, e há mais empresas à espera de oportunidades.

“Fica claro que muitas das companhias de jogos sociais adorariam ter acesso a mais que o Facebook”, disse Timothy Chang, sócio diretor da Norwest Venture Partners, uma companhia de capital para empreendimentos que investiu na Playdom, produtora de jogos sociais que a Disney adquiriu por 563 milhões de dólares no mês passado.

Os jogos sociais gratuitos para os usuários são uma das atividades mais populares no Facebook. Jogos como o FarmVille, da Zynga, convidam usuários a interagir uns com os outros ao adquirir terras imaginárias, plantar safras agrícolas e expandir suas vendas. Os jogos geram receita por meio da venda de bens ou serviços virtuais.

Depois das recentes mudanças adotadas pelo Facebook, que dificultaram para as empresas de jogos fazer negócios em sua rede social de 500 milhões de membros, Chang e outros dizem que as produtoras de jogos estão cada vez mais interessadas em ouvir o que o Google tenha a oferecer.

E o líder das buscas na Web já está ampliando sua presença no setor de jogos sociais.

“Eles estão em toda parte, nas conferências que acontecem. Sabemos que estão procurando pessoas que liderem sua divisão de jogos”, disse Net Jacobsson, antigo executivo do Facebook que agora dirige uma produtora de jogos sociais chamada PlayHopper.